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Novas espécies marinhas na Austrália foram descobertas

Os biólogos dizem ter encontrado habitats "casas de boneca" onde vivem espécies como este tipo de lesma. O censo global da vida marinha reúne pesquisadores de mais de 80 países.
Os cientistas australianos encontraram dezenas de pequenas espécies de crustáceos. Uma delas é o caranguejo branco, que habita as águas de Heron Island.
Segundo os especialistas, os corais são ameaçados por uma série de fatores, como acidez dos oceanos, poluição, aquecimento, pesca e o efeito predatório de alguns tipos de peixe.
A equipe de especialistas identificou cerca de 300 corais moles, como este Dendronepthya. Das espécies encontradas, 130 eram completamente desconhecidas.
Rick Morris filma corais moles no norte de Heron Island. O Censo global da Vida Marinha é um projeto de 10 anos que visa fazer um levantamento da vida marinha em oceanos de todo o mundo.
A pesquisa, realizada por especialistas do Museum of Tropical Queensland, é o primeiro inventário sistemático de corais moles e de vários ecossistemas marinhos australianos.
Os cientistas acreditam que esta alga marinha de cor verde, encontrada na Heron Island, pode ser uma nova espécie. As expedições foram patrocinadas pelo Censo Global da Vida Marinha.
Exploradores australianos descobriram centenas de novas espécies marinhas na costa da Austrália. Entre as identificadas está a espécie de água viva ctenophore.

Exploradores australianos descobriram centenas de novas espécies marinhas na costa noroeste da Austrália – um local bem conhecido dos mergulhadores.
As expedições foram conduzidas por especialistas do Museum of Tropical Queensland. Eles divulgaram os resultados iniciais de suas descobertas, assim como imagens inéditas de sua pesquisa, que busca registrar a diversidade da vida marinha australiana.

As pesquisas foram patrocinadas pelo Censo Global da Vida Marinha - um projeto de 10 anos que visa fazer um levantamento da vida marinha em oceanos de todo o mundo e reúne pesquisadores de mais de 80 países.

A equipe de especialistas australianos identificou cerca de 300 corais moles. Das espécies encontradas, 130 eram completamente desconhecidas.

Entre as possíveis novas espécies encontradas pelos exploradores australianos está uma alga marinha de cor de verde, descoberta na região de Heron Island.

Segundo os especialistas, os corais são ameaçados por uma série de fatores, como acidez dos oceanos, poluição, aquecimento, pesca e o efeito predatório de alguns tipos de peixe.

Os cientistas australianos encontraram ainda dezenas de pequenas espécies de crustáceos. Uma delas é o caranguejo branco, que habita as águas de Heron Island.

O estudo é um dos eventos que marcam o Ano Internacional do Recife de Coral. Para biólogos, as expedições evidenciam o quão longe se está de descobrir a diversidade das espécies que habitam os recifes.

Fonte: BBC Brasil

Os tubarões

Ataques de tubarões

É difícil falar-se de tubarões, sem se falar de ataques a seres humanos. Curiosamente, apesar de muito falados, estes ataques são raros: em média ocorrem 50 ataques por ano em todo o mundo, dos quais 8 são fatais. Compare isso com os milhares de pessoas que morrem todos os anos em acidentes de viação e guerras...

Um dos ataques de tubarões mais famosos ocorreu na Áustrália, em 1967. Rodney Fox participava num campeonato de caça submarina e, tal como os outros concorrentes, havia capturado vários peixes. Por isso, a água estava impregnada de sangue - em quantidades suficientes para atrair tubarões...

Quando Rodney se preparava para arpoar o último peixe, sentiu um encontrão fortíssimo num dos flancos. Era um grande tubarão-branco! O tubarão agarrou Rodney e, apesar dos seus esforços para escapar, sacudiu-o violentamente. Lembrando-se que os olhos dos tubarões são um ponto vulnerável, o mergulhador reuniu todas as suas forças e socou um olho do tubarão. Inesperadamente, o tubarão largou-o! A sangrar e quase sem ar, Rodney nadou em direcção à superfície. Mas sentiu um puxão e foi arrastado para baixo. O tubarão estava a puxar os peixes presos ao cinto de Rodney! Ferido e a afundar cada vez mais, não conseguia soltar o cinto. Mas, de repente, a linha que prendia os peixes partiu-se. Rodney nadou para a superfície e felizmente, foi avistado e salvo. Estava gravemente ferido: tinha várias costelas esmagadas e a caixa torácica, pulmões e abdómen estavam abertos. Quatro horas de cirurgia e 462 pontos salvaram-lhe a vida.

Ao contrário do que se esperaria, Rodney não guardou rancor aos tubarões-brancos. A partir de então, dedicou a sua vida ao estudo e protecção destes animais, de que é um grande defensor. A sua paixão por tubarões é tão grande, que os seus amigos dizem que "o tubarão mordeu Rodney e passou a viver dentro dele"...

Mas porque motivo os tubarões atacam os seres humanos?

Duas situações distintas podem estar na origem dos ataques de tubarões ao ser humano: ameaça/agressão e alimentação.

Ameaça/agressão: muitas vezes, sem saber, um mergulhador pode estar a invadir o território de um tubarão. Ao sentir-se ameaçado, o tubarão tenta afastar o intruso. Primeiro através de alterações da postura do corpo - comportamento agonístico -e, em último caso, atacando-o. Um tubarão também se sente ameaçado se estiver a repousar e o incomodarem - com puxões das barbatanas etc. (sim, há pessoas que o fazem...)

Comportamento agonístico: este comportameto é um sério aviso para as pessoas se afastarem e sairem da água.

Alimentação: Nestes casos, o tubarão confunde a vítima com as suas presas. São os ataques com maior probabilidade de serem fatais, uma vez que os responsáveis são grandes predadores como o tubarão-branco, o tubarão-tigre (Carcharhinus leucas) ou o tubarão-touro (Galeocerdo cuvier). Estes tubarões alimentam-se de mamíferos marinhos e tartarugas. Note-se que, na perspectiva do tubarão, um surfista se assemelha a uma presa.

O Tubarão-Branco (Carcharodon carcharias) - (Família Lamnidae)

Os tubarões-brancos são, talvez, os animais marinhos mais temidos pelo ser humano. No entanto, apesar da sua fama, só recentemente se começou a conhecer melhor a biologia e o comportamento destes animais. Felizmente, a imagem de monstros insaciáveis e devoradores de Homens tem vindo a mudar e, cada vez mais, os tubarões-brancos despertam a admiração e o respeito das pessoas. Estas aprendem que devem aceitar e respeitar a sua presença nos oceanos, onde são fundamentais.

Alimentação: são verdadeiros predadores de topo. Por isso, desmpenham um papel crucial na manutenção do equilíbrio dos ecossistemas onde se integram, controlando as populações das suas presas. Os jovens alimentam-se de peixes e, conforme crescem, passam a comer mamíferos marinhos. O ser humano não faz parte da sua dieta...

Reprodução: só se começam a reproduzir a partir dos 12-14 anos de idade. São ovovivíparos e as fêmeas dão à luz entre 7 e 9 tubarões, com cerca de 1,5 m de comprimento.

Tamanho e idade: podem viver mais de 20 anos e crescem até perto dos 6 m.

Habitat e distribuição: águas temperadas costeiras de todo o mundo, especialmente EUA, Austrália e África do Sul. Também surgem ao largo de Portugal Continental e Ilhas! O Mediterrâneo e Adriático são especialmente frequentados por tubarões juvenis.

Temperatura corporal: são dos raros peixes capazes de manter a temperatura corporal acima da água. Em águas a 13ºC, o seu organismo pode estar a cerca de 28ºC.

Em vias de extinção: os tubarões-brancos são cada vez mais raros devido à acção do Homem, através da caça indiscriminada. Poe este motivo, é já uma espécie protegida nos EUA, África do Sul, Malta e Austrália.

Créditos: km-stressnet

Sucuri vomita capivara !


Cobra sucuri vomita um bicho que estava em seu estomago.

Os peixinhos da Amazônia


"O comércio de peixes ornamentais é uma atividade que ainda gera muita polêmica. Até o Congresso Nacional já realizou um CPI para investigar o comércio e, o que se descobriu foi assustador"

A criatura mais esquisita do mundo é mamífero, réptil e ave


O ornitorrinco possui pêlos como um mamífero, pés de pato como uma ave, põe ovos e possui veneno como um réptil. E o manual de instruções da natureza para este “esquisitão”, veja só, é igualmente uma confusão.

Para descobrir as relações evolucionárias entre o ornitorrinco e os outros animais, os pesquisadores compararam o genoma de uma fêmea, que apelidaram de Glennie, com o dos humanos, rato, cães, opossums e galinhas. Estas últimas foram incluídas para representar os animais que botam ovos e, assim como répteis extintos, passaram muito de seu DNA para o ornitorrinco e outros mamíferos no curso da evolução.

Revista HypeScience

Com aproximadamente 2,2 bilhões de pares de base, o ornitorrinco tem cerca de dois terços do tamanho do genoma humano, os pesquisadores descobriram. Ele compartilha mais de 80% de seus genes com outros mamíferos.

Assim como os humanos eles carregam cromossomos X e Y. Mas diferentemente de nós, estes não são cromossomos sexuais. “Isso significa que nós podemos voltar no tempo em que nossos cromossomos sexuais eram apenas cromossomos comuns”, disse Jenny.
A pesquisa revelou que o animal possui 52 cromossomos, incluindo 10 cromossomos sexuais.
O genoma também incluía seções de DNA ligados a botar ovos e outros a lactação. Como os ornitorrincos não possuem mamilos os filhotes sugam o leite através da pele abdominal da mãe.
Outra esquisitice: Enquanto o animal nada ele mantém seus olhos, narinas e ouvidos fechados e seu bico funciona como uma antena detectando os fracos campos elétricos das presas ao redor. Mesmo assim o genoma do animal revela genes olfativos.
O estudo, que incluiu mais de cem cientistas ao redor do mundo foi financiado pelo National Human Genome Research Institute (NHGRI).

Méritos: hypescience

Vida Selvagem


Neste vídeo tem um felino defendendo seu filhote do ataque de um urso pardo faminto !

Baleia dá à luz em aquário nos EUA

Uma baleia beluga deu à luz em um aquário de Chicago.

O filhote nasceu com quase 1,70 m e mais de 45 quilos.

Baleia e filhote
Mãe e filhote já viraram a maior atração do aquário

Biólogos dizem que os primeiros dias são fundamentais para a sobrevivência do bebê baleia em cativeiro.

Mãe e filho agora são a maior atração do aquário.





Fonte:BBC Brasil

Golfinho 'salva' baleias encalhadas na Nova Zelândia

Um golfinho 'resgatou' duas baleias encalhadas em uma praia na Nova Zelândia.
Golfinho Moko

O 'salvamento' ocorreu quando um grupo de pessoas que tentava em vão resgatar os animais já estava em vias de desistir da operação.
O responsável pela conservação da vida animal na área, Malcolm Smith, disse que, após várias tentativas, tanto as pessoas quanto as duas cachalotes-pigmeus estavam cansadas.

O golfinho Moko é conhecido dos moradores da área
Foi nesse momento que o golfinho apareceu, comunicou-se com as baleias e conduziu-as até alto mar."Algo obviamente aconteceu, porque as duas baleias, estressadas, mudaram de atitude e seguiram o golfinho por vontade própria pela praia direto para o mar", disse Smith."O golfinho fez o que nós não conseguimos fazer. Estava tudo concluído em poucos minutos."
Familiar

Smith disse que teve sorte em testemunhar um evento tão extraordinário e que ficou satisfeito pelo salvamento das baleias.
No passado, ele já teve que sacrificar animais que ficaram encalhados.
O golfinho-nariz-de-garrafa, apelidado Moko por moradores locais, é conhecido por brincar com banhistas na praia Mahia na costa leste da Ilha Norte.
Segundo o conservacionista, depois de orientar as baleias, o animal voltou à sua rotina de brincar com os banhistas na baía.
"Eu não deveria fazer isso, eu sei, nós temos que manter uma postura científica", disse ele. "Mas acabei entrando na água para encontrar o golfinho e dei um tapinha nele" para agradecer.

Fonte: BBC Brasil

Urso de pelúcia serve de 'mãe adotiva' para macaco

Conchita nasceu há três semanas, mas a mãe estava muito doente para cuidar dela

Um macaquinho do zoológico de Londres que havia sido abandonado pela mãe doente está buscando carinho e aconchego de um urso de pelúcia.

O macaco do tipo mangabei-da-nuca-branca, extremamente raro, nasceu há três semanas em uma operação cesariana de emergência e recebeu o nome de Conchita.
A mãe do macaquinho estava seriamente doente e sem condições de cuidar do filhote.
Os funcionários do zoológico passaram a alimentar o animal, mas temiam que uma aproximação maior com humanos pudesse impedir que o macaco interagisse com sua própria espécie mais tarde.
Por isso, o urso de pelúcia foi colocado junto ao animal para oferecer-lhe aconchego enquanto a mãe se recupera.
"(Conchita) abraça o urso dia e noite. Quando ela está assustada, ela corre para o brinquedo como se fosse sua mãe", disse Andrea Payne, funcionária do zoológico responsável pelo animal ao jornal The Times.
O bicho de pelúcia foi escolhido cuidadosamente, pois tinha de ter o tamanho certo e feito de fibras que não provocariam danos quando mastigadas.
Mas o uso do urso de pelúcia é apenas temporário. Os funcionários do zoológico esperam que o animal possa estar novamente junto da mãe e do pai em algumas semanas.
A espécie mangabei-da-nuca-branca (Cercocebus atys lunulatus) antes comum em Gana, na África, está agora em extinção, com poucos animais ainda existentes.

Fonte: BBC Brasil

Insetos utilizam plantas como telefones

“Alou?… Sim, esta é a minha planta. Obrigado. Tchau.”

Essa é a conversa entre insetos subterrâneos e aqueles que ficam sobre a terra na verdura mostarda. Cientistas descobriram que os insetos abaixo e sobre a superfície utilizam a planta como um telefone químico.

telefone dos insetos biofone telefone verde
Insetos acima e abaixam utilizam a mostarda para conversar. Crédito: NIOO-KNAW

Uma equipe de pesquisadores orientados por Roxina Soler, uma ecologista do Instituto de Ecologia da Holanda, não tem certeza do quanto o fenômeno está espalhado pela natureza.

O bate-papo orgânico é amigável: Insetos que se alimentam das folhas sobre a superfície preferem as plantas desocupadas pelos comedores de raízes.

Quando um inseto subterrâneo toma residência sob uma planta, começa a se banquetear das raízes da mesma. Para alertar os insetos comedores de folhas de que “não há vagas”, o inseto subterrâneo envia um sinal químico através das folhas do vegetal, de maneira que os comedores de folhas são avisados que a planta está ocupada.

Ocorre que os insetos subterrâneos também podem se comunicar com terceiros via biofone, ou seja, o inimigo natural das lagartas: vespas parasitas.

Os elementos químicos emitidos pelas folhas dão às vespas informação sobre a ocupação de diferentes plantas. Já que as vespas parasitas põem seus ovos dentro de insetos que vivem sobre a terra, elas se terão melhores chances se pousarem em plantas não ocupadas pelos comedores de raízes.

INTELIGÊNCIA ANIMAL- PASMEM !!!

Encontrados abandonados quando eram filhotes, estes leões foram criados por dois rapazes. Quando cresceram, foram deixados na floresta para que se acostumassem com a vida selvagem.

Um ano depois, os dois rapazes voltaram ao local onde os haviam soltado, para dar uma olhada e, talvez, ver como eles estavam passando. Este "clip" é o reencontro dos leões com seus "pais" adotivos...Foi emocionante o reencontro!Este pequeno vídeo mostra como os animais podem expressar amor,amizade e muito mais pelos donos! Um duro golpe para quem acha que os animais não têm raciocínio nem inteligência".

Assista meu canal musical no youtube