
Pack com belos ícones no formato PNG e ICO
Na Ilha do Norte da Nova Zelândia, a caverna é conhecida por ser a moradia de uma espécie de verme bioluminescente (Arachnocampa luminosa). Estes animais tecem um ninho de seda no teto da caverna, onde se penduram. Em seguida a larva brilha para atrair a presa, para que se enrosque em seus fios. O teto da caverna, coberto de larvas, é uma visão magnífica. As larvas mais famintas brilham mais forte do que aquelas que já comeram. Centenas de fios descem do teto e, apesar de serem muito belos, seu propósito é funesto: capturar a presa como uma linha de pesca. A luz azulada fantasmagórica é o resultado de uma reação química dentro de uma cápsula especial na cauda do verme. Os insetos voadores parecem ser irresistivelmente atraídos pela luz e ficam presos nas linhas grudentas.
A Fantastic Pit é, em realidade, uma furna com quase 180 m de profundidade, a maior furna dos EUA continental. É um rapel fantástico, pois leva quase oito segundos para uma pedra atingir o fundo.

Esta caverna na China não é especialmente fascinante até você considerar que dezenas de crianças do ensino primário atendem a suas aulas ali dentro. A Dongzhong (que literalmente significa “dentro da caverna”) é uma escola na vila Miao, no interior de Ziyun, sudoeste da província Guizhou, na China. A escolha foi construída em uma enorme caverna natural do tamanho de um hangar, entalhada no interior de uma montanha ao longo de milhares de anos pelo vento, água e vibrações sísmicas.
Postado por Unknown 0 comentários
Marcadores: Conhecimentos Gerais, Curiosidades, Imagens
Índios da Amazônia, de uma das últimas tribos isoladas, foram fotografados via aérea e geraram imagens incríveis divulgadas nesta quinta-feira mostrando que eles pintam seus rostos de vermelho carregam arcos e flechas.
As fotografias da tribo foram feitas próximo à fronteira entre o Brasil e o Peru e são uma evidência rara de que tais grupos ainda existem. Eles estão em perigo contínuo por causa do desmatamento ilegal.
“O que está ocorrendo nesta região é um delito monumental contra o mundo natural, as tribos, a fauna e é um testemunho para a completa irracionalidade com a qual nós, os ‘civilizados’ tratamos o mundo”, disse José Carlos Meirelles.
Uma das imagens mostra dois índios cobertos com pigmentos vermelhos ameaçando atacar a a aeronave com flechas, enquanto os outros indígenas observavam.
Outra foto mostra cerca de quinze índios próximos a malocas, alguns dos quais também estavam preparando-se para atirar contra a aeronave.
“O mundo precisa acordar para isto, e assegurar que seu território está protegido de acordo com as leis internacionais. Do contrário eles logo serão extintos”, disse Stephen Corry, o diretor da Survival International, que apóia indígenas ao redor do mundo.
De mais de cem tribos isoladas no mundo, mais da metade vive no Brasil ou no Peru, disse a Survival International. A instituição diz que todos estão em grave perigo de serem forçados a deixar suas terras ou de serem destruídos pelas novas doenças.
Créditos: hypescience, melhor site de ciência e conhecimento !
Postado por Unknown 0 comentários
Marcadores: Conhecimentos Gerais, Curiosidades, Imagens, Notícias, Realidades de nosso Planeta
Esta imagem da uma impressão de movimento!
Preste atenção à imagem como os pontos pretos desaparecem e reaparecem.
Olhe o ponto no centro. O fluff deve desvanece-se logo afastado.
As letras nesta imagem parecem ser enviesadas? Pode parecer assim, entretanto, se você devesse preencher as letras com um marcador, olharia extremamente o "normal."O termo Ilusão de óptica aplica-se a todas ilusões que «enganam» o sistema visual humano fazendo-nos ver qualquer coisa que não está presente ou fazendo-nos vê-la de um modo erróneo. Algumas são de carácter fisiológico, outras de carácter cognitivo.
A explicação possível das ilusões ópticas é debatida extensamente. No entanto, os resultados da investigação mais recente indicam que as ilusões emergem simplesmente da assinatura do modo estatístico e empírico como todos os dados perceptivos visuais são gerados.
Os circuitos neuronais do nosso sistema visual evoluem, por aprendizagem neuronal, para um sistema que faz interpretações muito eficientes das cenas 3D usuais, com base na emergência no nosso cérebro de modelos simplificados que tornam muito rápida e eficiente essa interpretação mas causam muitas ilusões ópticas em situações fora do comum.
A nossa percepção do mundo é em grande parte auto-produzida. Os estímulos visuais não são estáveis: por exemplo, os comprimentos de onda da luz reflectida pelas superfícies mudam com as alterações na iluminação. Contudo o cérebro atribui-lhes uma cor constante. Uma mão a gesticular produz uma imagem sempre diferente e, no entanto, o cérebro classifica-a consistentemente como uma mão. O tamanho da imagem de um objecto na retina varia com a sua distância mas o cérebro consegue perceber qual é o seu «verdadeiro» tamanho. A tarefa do cérebro é extrair as características constantes e invariantes dos objectos a partir da enorme inundação de informação sempre mutável que recebe. O cérebro pode também deduzir a distância relativa entre dois objectos quando há sobreposição, interposição ou oclusão. E pode deduzir a forma de um objecto a partir das sombras. O que implica uma aprendizagem da perspectiva linear. No entanto, existem vários tipos de ilusões de distância e profundidade que surgem quando esses mecanismos de dedução inconsciente resultam em deduções erróneas.
A imagem da retina é a fonte principal de dados que dirige a visão mas o que nós vemos é uma respresentação “virtual” 3D da cena em frente a nós. Não vemos uma imagem física do mundo, vemos objectos. E o mundo físico em si não está separado em objectos. Vemos o mundo de acordo com a maneira como o nosso cérebro o organiza. O processo de ver é um de «completar» o que está em frente a nós com aquilo que o nosso cérebro julga estar a ver. O que vemos não é a imagem na nossa retina - é uma imagem tridimensional criada no cérebro, com base na informação sobre as características que encontramos mas também com base nas nossas «opiniões» sobre o que estamos a ver.
O que vemos é sempre, em certa medida, uma ilusão. A nossa imagem mental do mundo só vagamente tem por base a realidade. Porque a visão é um processo em que a informação que vem dos nossos olhos converge com a que vem das nossas memórias. Os nomes, as cores, as formas usuais e a outra informação sobre as coisas que nós vemos surgem instantaneamente nos nossos circuitos neuronais e influenciam a representação da cena. As propriedades percebidas dos objectos, tais como o brilho, tamanho angular, e cor, são “determinadas” inconscientemente e não são propriedades físicas reais. As ilusões surgem quando os “julgamentos” implícitos na análise inconsciente da cena entram em conflito com a análise consciente e raciocinada sobre ela.
A interpretação do que vemos no mundo exterior é uma tarefa muito complexa. Já se descobriram mais de 30 áreas diferentes no cérebro usadas para o processamento da visão. Umas parecem corresponder ao movimento, outras à cor, outras à profundidade (distância) e mesmo à direcção de um contorno. E o nosso sistema visual e o nosso cérebro tornam as coisas mais simples do que aquilo que elas são na realidade. E é essa simplificação, que nos permite uma apreensão mais rápida (ainda que imperfeita) da «realidade exterior», que dá origem às ilusões de óptica.
Uma ilusão de luminosidade.A luminosidade é uma variável subjectiva que não corresponde de um modo preciso a uma quantidade física. É uma estimativa da reflectância real dos objectos (a proporção de luz incidente que é reflectida por uma superfície), feita pelo sistema visual.
Note que vemos o quadrado A como sendo mais escuro do que o quadrado B. No entanto, como se vê pela figura da direita, em que simplesmente se adicionou duas barras com a mesma cor de A, ambos têm exactamente a mesma cor - têm a mesma luminância (a quantidade de luz visível que chega ao olho vindo da superfície é a mesma).
O que se passa é que o sistema visual não se limita a medir a quantidade de luz que chega ao olho, que é influenciada pelas sombras. Parece ter em conta o contraste local e saber que as mudanças de luz na transição entre superfícies de cores diferentes são geralmente mais abruptas do que as causadas por sombras. O sistema visual «sabiamente» usa apenas a informação sobre as transições mais abruptas para construir a imagem de reflectância. E por isso estima a cor dos objectos sem se deixar enganar pelas sombras de um objecto visível.
É uma «ilusão» que mostra o sucesso do sistema visual. Não é um bom medidor de luz, mas esse não é o seu propósito: se o sistema visual se baseasse apenas na luminância, não distinguiríamos uma superfície branca mal iluminada de uma superfície negra muito iluminada. A capacidade que o sistema tem para o fazer é aquilo a que se chama a «constância da luminosidade».
Uma ilusão de distância.O sistema visual «conhece a perspectiva», e isso é-nos muito útil para interpretar uma imagem tridimensional. Mas isso gera algumas ilusões, quando numa figura plana há pistas que enganam o sistema visual e o levam erradamente a fazer uma interpretação usando a perspectiva.
Em situações usuais, quando o sistema visual detecta linhas que parecem paralelas (embora na imagem da retina não o sejam), usa o seu ângulo para estimar o ângulo do nosso olhar relativamente ao solo. É um mecanismo automático que nos é muito útil. Mas o que se passa é que o sistema visual por vezes o usa erradamente no caso de certas figuras planas em que não se parece justificável.
Note, por exemplo, que na figura, vemos a linha que está em baixo como sendo mais curta do que a outra. Mas têm exactamente o mesmo tamanho. Isso acontece porque o sistema visual usa o ângulo entre as duas rectas laterais para estimar o ângulo do nosso olhar relativamente ao solo. E isso faz com que pense que a linha de baixo está mais próxima. Ora, se ambas têm a mesma aparência visual e a linha de cima está mais longe, então ela deve ser na realidade mais longa. E é assim mesmo que a vemos. O sistema visual (julgando estar a ser muito esperto) engana-se redondamente.
Mas esta é uma «ilusão» que mostra o sucesso do sistema visual na estimativa da perspectiva. A capacidade que ele tem para o fazer é aquilo a que se chama a «constância do tamanho» dos objectos. É essa capacidade que faz com que, quando uma pessoa se afasta de nós, não a «sintamos» a diminuir de tamanho. E, quando vemos uma pessoa ao longe, não temos geralmente a sensação de que ela é minúscula.
Ou seja, existe um mecanismo cerebral que impõe a constância do tamanho dos objectos, como se eliminasse o efeito da perspectiva. E o mecanismo funciona com bastante precisão. Se virmos uma folha de um certo tamanho ao longe, desde que a distância não seja exagerada, e tivermos ao nosso lado algumas folhas de vários tamanhos diferentes, sabemos normalmente escolher entre elas a que tem o mesmo tamanho da que está longe! O problema é quando esse mecanismo é usado indevidamente... .
Fonte: Wikipédia
Postado por Unknown 0 comentários
Marcadores: Conhecimentos Gerais, Curiosidades, Imagens